quinta-feira, 7 de maio de 2009

Site sobre Genocídio Palestino

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Em verde, as vilas que ainda existem, em vermelho, as que foram destruídas por Israel e sua população Palestina expulsa.



Pesquisando pela net esbarrei neste site, um excelente compêndio sobre o Genocídio sofri do pelos Palestinos.

Há uma seção de mapas simplesmente incrível, com detalhes sobre as expulsões durante e depois do Nakba, vilas palestinas, divisões geográficas e etc.

Vale à pena dar uma olhada mesmo que ele esteja um pouco defasado e não venha sendo muito atualizado mas é possível encontrar preciosidades como a listagem dos acampamentos de refugiados e etc.
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quarta-feira, 6 de maio de 2009

Ato "Fora Gilmar": Afterwards...

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Via blog Saia Gilmar.

"O Ato foi lindo!!!! Lindo a Praça dos 3 Poderes TOTALMENTE iluminada! O povo gritando e exigindo que o Ministro que soltou o bancário, que pré-julgou preconceituosamente os movimentos sociais, que humilha o Ministério Público e os juízes de primeira instância, que é fazendeiro e tem capangas no Mato Grosso, que age de forma completamente autoritária a cada plenário do Supremo, saisse a rua e não voltasse mais para lá!!!

Ainda estamos na ressaca democrática do ato, amanhã colacionamos toda a impressa que falou sobre ele.. Por enquanto, para quem não foi, sinta um pouco do orgulho republicano que nós estamos tendo essa noite, vendo esse vídeo nesse link. Dá para sentir um pouco da esperança de um judiciário iluminada sem Gilmar Dantas!"







Que o movimento cresça mais ainda e novos atos sejam convocados! Gilmar Dantas é um câncer no judiciário! Ainda que, convenhamos, no Brasil estamos cercados. É legislativo, executivo e judiciário. Pra quem tem Sarney, Kassab, Serra, Collor, Gilmar Dantas....
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Museu - virtual - da Corrupção

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Navegando pela net descobri o Museu da Corrupção.

De início me parece um projeto bem interessante, não olhei muito a fundo mas o que vi me agradou.

O museu virtual é projeto do Diário do Comércio, da Associação Comercial de São Paulo.

Sobre o projeto, segue a descrição encontrada no site:

A corrupção como nunca se viu
O Diário do Comércio inaugura o Museu da Corrupção on-line, para dar aos seus leitores uma medida referencial do que acontece de vergonhoso nos bastidores de todas as esferas de poder.

Por Luiz Octavio de Lima

No dia em que se comemoram os 509 anos do descobrimento do Brasil e em que a farra das passagens aéreas no Congresso ganha as manchetes do noticiário, o Diário do Comércio inaugura o seu Museu da Corrupção on-line, um espaço de exibição e reflexão sobre os escândalos que marcaram a história do País. Num primeiro momento, o site vai tratar do período entre a década de 1970 e os dias atuais. A proposta, porém, é recuar década a década, século a século, até os tempos coloniais. Afinal, não seria exagero afirmar que a corrupção nasceu quase em seguida ao descobrimento.

Em meados do século XVI, na Bahia do primeiro governador-geral, Tomé de Souza, já se roubava muito, conforme atestam os relatos da época. O próprio Padre Antônio Vieira escreveu um sermão intitulado 'Sermão do Toma", no qual atacava as autoridades locais que desviavam verbas dos cofres públicos e "tomavam" propinas. No tempo de D. João VI, o tesoureiro Targini tinha fama de desonesto e de ter enriquecido no cargo. Dele disse o fundador do jornalismo brasileiro, Hipólito da Costa (1774-1823), que, "sem outros bens mais que o seu minguado salário, tornara-se tesoureiro-mor do Erário, fora elevado a Barão de São Lourenço, em 1811, e era agora um homem riquíssimo, enquanto o erário se achava pobre". E completou: "Se a habilidade de um indivíduo em aumentar suas riquezas fosse por si só bastante para qualificar alguém a ser administrador das finanças de um reino, sem dúvida Targini devia reputar-se um excelente financista". Temos, portanto, longa tradição neste ramo, e dedicar um "espaço cultural" ao vasto acervo existente sobre o tema é uma iniciativa que já chega com atraso.

Pensado como um trabalho em permanente construção, o Museu da Corrupção on-line, cuja pesquisa inicial é da jornalista Kássia Caldeira, dará destaque, em sua versão inaugural, aos 15 episódios mais rumorosos dos últimos anos no País. Entre eles, a Operação Satiagraha, a Máfia das Sanguessugas, o Escândalo do Mensalão, o caso do TRT de São Paulo (do juiz Nicolau "Lalau" dos Santos Neto), a Operação Anaconda e o incidente dos dólares na cueca. A cada um será destinada uma "sala" com um relato, imagens e uma lista de reportagens que mostram a repercussão na grande imprensa.

O usuário do site do DC poderá encontrar na área a relação completa dos escândalos ocorridos desde o início da década de 1970 e de grande parte das operações realizadas pela Polícia Federal no período.

Haverá uma seção com sugestões de links sobre o tema da corrupção e outra com publicações recomendadas sobre o assunto. Nos próximos meses, serão agregadas uma "sala" de charges, uma linha do tempo ilustrada e destaque para o escândalo do momento.

O tour pelo Museu termina na lojinha da "instituição", onde o visitante encontrará lembranças como camisetas, algemas, aparelhos de escuta, malas pretas e até propinas virtuais.

Está em estudo a criação de um Wiki por meio do qual os leitores poderão enviar informações e contribuições. Desde já, no entanto, eles poderão comentar o conteúdo pelo endereço museu@dcomercio.com.br

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Raposa Serra do Sol é notícia pelo mundo!

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Els arrossers i grangers no indígenes es retiren de Raposa Serra do Sol

06/05/2009

El Tribunal Suprem brasiler va sentenciar el març passat que aquesta reserva és d'ús exclusiu per als pobles autòctons · Els grans propietaris afectats per la mesura consideren que es tracta d'un 'robatori legalitzat', i han augurat mals presagis per a l'economia del territori · La policia i l'exèrcit s'encarreguen de desallotjar el territori, sense utilitzar la força.

Les famílies no indígenes que ocupaven el territori de Raposa Serra do Sol, dedicades principalment al cultiu massiu de l'arròs i a la gestió de granges, han començat a desallotjar la reserva, setmanes després que el màxim òrgan judicial del Brasil decretés que Raposa Serra do Sol és un territori únic, i que els pobles indígenes que l'habiten en són els legítims propietaris.

"Ara tornem a tenim el dret de pescar als nostres rius, sense por de ser disparats pels pistolers dels grangers", explicava un membre de l'ètnia macuxi segons Survival International. Durant els anys que ha durat l'ocupació dels grans cultivadors, els pobles autòctons han estat apartats dels mitjans de producció, marginació que en alguns extrems ha arribat a la violència física contra indígenes per part dels arrossers i els grangers.

El termini per abandonar les terres era el passat dijous 30 d'abril. Resten, però, algunes famílies es quedaran encara uns dies més per acabar la collita d'arròs, en un termini màxim de 10 dies. Uns 300 policies i membres de l'exèrcit estan supervisant el procés, que segons fonts governamentals s'està produint sense problemes.

Els colons, que tenen prohibit tornar al territori un cop abandonin les seves propietats, seran indemnitzades per l'Estat. Molts d'ells s'han queixat de la mesura, tot dient que són "víctimes d'un robatori legalitzat", i altres han dit que les compensacions del Govern són insuficients. "Aquesta terra era molt bona per la criança [de bestiar]. Prometen una altra terra, però avui jo no tinc on anar", es lamentava un dels afectats, a O Globo.

Es completa el cicle iniciat el 2005
Entre 18.000 i 20.000 indígenes amazònics viuen a Raposa Serra do Sol, dividits en cinc grans grups ètnics: Macuxi, Wapixana, Ingaricó, Taurepangs i Patamona. L'any 2005 el Govern de Lula da Silva va crear la reserva de Raposa Serra do Sol, de manera que ja s'establia l'ús exclusiu de la terra per als seus pobladors autòctons. Però no va ser fins el 19 de març que la decisió del Suprem va donar als indígenes el definitiu vist-i-plau per recuperar el seu territori.

Més informació:

Via Nationalia.org
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Consumado o golpe em Euskal Herria! [Update]

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Consumado o golpe final contra Euskal Herria. Patxi Lopez, "Sociofascista" do PSOE (PSE-EE) foi finalmente eleito, com 39 votos contra 35, Lehendakari de Euskal Herria, derrotando Juan José Ibarretxe, que sai da vida política.

O golpe arquitetado contra a cidadania Basca e contra a Esquerda Abertzale se consuma, um parlamento de exclusão e espanholista está formado e o Euskara corre perigo imediato.

GASTEIZ-. Patxi López ha sido elegido hoy lehendakari del Gobierno de Lakua con el apoyo de su grupo, del PP y UPyD, con los que ha sumado 39 de los 75 votos del Parlamento de Gasteiz.

La votación, celebrada a viva voz, ha terminado a las 20.15 de la tarde en la Cámara de Gasteiz.

Sustituye en el cargo a Juan José Ibarretxe, que ha obtenido 35 votos: los de su grupo, el PNV (30), más cuatro de Aralar y uno de EA, mientras que el único de EB se ha abstenido.

Votaram por López o PSOE (PSE-EE), o PP e a UPyD. 39 votos

Votaram por Ibarretxe PNV (EAJ), Aralar e EA. 35 votos

IU-EB se absteve. Uma abstenção.

Como mostrei antes aqui e aqui, caso os Abertzales concorressem, o PSOE jamais teria chegado ao poder.

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Ibarretxe anunciou que se retira da política. Já vai tarde. Foi ártifice na ilegalização de todas as opções políticas Bascas e nunca realmente buscou promover a autodeterminação Basca.

O discurso de despedida de Ibarretxe pode ser encontrado aqui (em Espanhol e PDF).

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Mais informações via Nationalia.org:

Ibarretxe: ' Spanish political agenda will shape Basque political arena in the near future'

05/05/2009

Former 'lehendakari' announces in the investiture that he retires from politics · Socialist Patxi López will be the new president after getting support from PP and UPyD · Lopez’s priorities are the fight against ETA and tackling economic crisis.

Juan José Ibarretxe, one of the PNV-EAJ (Basque Nationalist Party) leaders and lehendakari (Basque premier) since 1999, has announced today during the investiture he is to retire from politics. Patxi López, leader of the Basque Socialists (PSE-PSOE) will have the support of the Popular Party (PP, Spanish conservatives) and Union, Progress and Democracy (UpyD, Spanish unionists) to become president. For the first time, Spanish-oriented parties are to retain majority in the Basque parliament, partly due to the banning of the hardline pro-independence left.

A new political era -which pro-sovereignty parties deem as negative- is beginning in the Basque Country. Former lehendakari Ibarretxe stressed that PSE-PP deal will mark the prelude of the "subordination of Basque interests to Spain", and considered the government accord as a "Spanish state agreement". Ibarretxe had won previous elections in the Basque parliament, but in this occasion has not ben able to form a majority. He blamed the Political Parties Act -resulting in the banning of the leftist pro-independence lists of candidates which held 9 seats- for the new political scenario.

The non-violent left pro-independence party, Aralar, has accused Socialists and conservatives of forming an "excluding Spanish nationalist front", and has requested López to outline the steps he is to make to achieve peace. Aralar invited López "not to speak about peace" if he does not intend to explore ways to attain it. Spokeswoman for Aralar, Aintzane Ezenarro, insisted on the right of Basques to decide their future, "a matter that will continue to be a key issue despite the wish by some to keep it hidden".

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Ao vivo da Manifestação "Fora Gilmar Mendes"

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Via Blog do PHA

Acompanhe nos links abaixo a manifestação “Saia às ruas, Gilmar”

Clique aqui para ver

ou aqui

As palavras de ordem da manifestação foram:

“Ô Gilmar Dantas, assim já é demais

Saia ás ruas e não volte nunca mais”

“Queiroz , delegado do povo,

Prende o banqueiro de novo”

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Update

Imagem via Biscoito Fino!

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Update 2

O agregador para acompanhar o Fora Gilmar de hoje no STF está no ar:

foragilmar.nasretinas.com.br

O sistema irá organizar neste endereço tudo que sair no Twitter com as tags #foragilmar #foragilmarday e #saiagilmar

Iremos cobrir o ato hoje pelo Twitter, no celular, para alimentar o agregador. E todos que usarem as tags no Twitter tb irão para lá, como foi feito na Ditabranda.

Via Vi o Mundo!

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Update 3

G1 noticia o protesto, 300 manifestantes e 5 mil velas em Brasília!

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Update 4




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"Gilmar Dantas, assim já é demais, saia às ruas e não volte
nunca mais"



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Isso é Sionismo! Vários exemplos deploráveis....

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Vários exemplos do que é Sionismo, via The Angry Arab.

"The PA ministry of prisoners and ex-prisoners' affairs in Gaza has accused Tuesday the Israeli occupation authorities of kidnapping 345 Palestinian citizens, including 40 minors during the past month of April."
Apenas para completar o que eu já havia mostrado antes aqui.

"Israeli authorities transferred ailing 60-year-old detainee Ahmad Al-Qiq from the Ar-Ramlah Hospital to the Ofer Detention Center near Ramallah despite the move meaning he can no longer receive adequate care, his family said Monday."
Básica sentença de morte. Será que não é mais um desrespeito ao direito internacional por parte de Israel? Será????

"Tzipi Livni, another so-called centrist, holds similar discriminatory views. On January 23, 2002, she urged members of the Knesset to reject an equal-protection clause according to which equality is the right of every citizen in the state regardless of his or her nationality, religion, or views. The proposed bill was rejected, and formal equality remains outside the Israeli book of laws. Livni also supported bills in the Knesset that would grant settlement and allocation of land for Jews only, such as the one submitted by MK Rabbi Haim Druckman on February 18, 2002. Finally, she repeatedly argued that Israel will never be the national home for its Palestinian citizens and averred that, if they have a collective aspiration, they should look for it elsewhere."
Incrível que alguém ainda tente diferenciar os partidos de direita, centro e "esquerda" de Israel de acordo com a opinião, propostas e tratamento dado aos Palestinos.... Todos são iguais. Genocidas.

Em Israel é oficial, não existe igualdade entre os cidadãos, apenas Judeus de primeira classe e Árabes de segunda classe.

Aliás, "centrismo" e a maior piada já inventada. "Murismo" seria um nome melhor, se bem que, o centrismo é uma excelente maneira de enganar, não se tem comprometimento com nada, com nenhum lado então é possível fazer acordos com qualquer um, propor qualquer coisa, só dependendo da vontade de seus membros. É a total falta de comprometimento e prostituição política.

"Data collected by Physicians for Human Rights-Israel "indicates a rise in the number of Palestinian patients interrogated and forced to provide information as a precondition to exit Gaza for medical care," it said. "Between January 2008 and March 2009, at least 438 patients have been summoned for... interrogations... as a precondition for the review of their applications for an exit permit for the purpose of accessing medical treatment outside of the strip," it said."

Corrobora o que mostrei antes aqui. Novamente a recusa, em desrespeito às leis internacionais, em oferecer tratamento médico à população, pior, à população massacrada por seus exércitos.

Obrigar a delação em troca de tratamento médico é o cúmulo! Imagino o soldado israelense, rindo, proibindo uma mãe Palestina de levar seu filho, semi-morto, a um hospital, até que ela seja obrigada a trair seu povo.

Finalmente, um absurdo indescritível, vejam neste site, no canto esquerdo, na coluna esquerda, pra ser mais exato, vejam que bandeira "representa" o Oriente Médio!O.o



Israel = Oriente Médio?
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Consumado o golpe em Euskal Herria!

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Consumado o golpe final contra Euskal Herria. Patxi Lopez, "Sociofascista" do PSOE (PSE-EE) foi finalmente eleito, com 39 votos contra 35, Lehendakari de Euskal Herria, derrotando Juan José Ibarretxe, que sai da vida política.

O golpe arquitetado contra a cidadania Basca e contra a Esquerda Abertzale se consuma, um parlamento de exclusão e espanholista está formado e o Euskara corre perigo imediato.

GASTEIZ-. Patxi López ha sido elegido hoy lehendakari del Gobierno de Lakua con el apoyo de su grupo, del PP y UPyD, con los que ha sumado 39 de los 75 votos del Parlamento de Gasteiz.

La votación, celebrada a viva voz, ha terminado a las 20.15 de la tarde en la Cámara de Gasteiz.

Sustituye en el cargo a Juan José Ibarretxe, que ha obtenido 35 votos: los de su grupo, el PNV (30), más cuatro de Aralar y uno de EA, mientras que el único de EB se ha abstenido.

Votaram por López o PSOE (PSE-EE), o PP e a UPyD. 39 votos

Votaram por Ibarretxe PNV (EAJ), Aralar e EA. 35 votos

IU-EB se absteve. Uma abstenção.

Como mostrei antes aqui e aqui, caso os Abertzales concorressem, o PSOE jamais teria chegado ao poder.

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Ibarretxe anunciou que se retira da política. Já vai tarde. Foi ártifice na ilegalização de todas as opções políticas Bascas e nunca realmente buscou promover a autodeterminação Basca.

O discurso de despedida de Ibarretxe pode ser encontrado aqui (em Espanhol e PDF).
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terça-feira, 5 de maio de 2009

Patxi López congratula-se com a anulação do voto de 100 000 bascos e anuncia repressão

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Um absurdo.

Primeiro as ilegalizações, depois a vitória dos espanholistas do PSOE em aliança com o PP.

Falam de terrorismo enquanto se esquecem das políticas terroristas de Franco e das GAL, grupo fascista financiado pelo PSOE de Felipe Gonzáles. O Euskara regridirá, já é uma língua em perigo e sua importância, em um governo do PSOE, será menorainda.

Este novo governo impõe uma dura derrota aos nacionalistas, uma humilhação ao povo Basco e coloca me perigo seu patrimônio cultural

Jamais teria sido Lehendakari sem essa medida de excepção da "democracia espanhola" que é a Lei de Partidos e sê-lo-á, ainda por cima, com o apoio da extrema-direita do PP. Anuncia repressão e uma saída “sem preço político”.

Patxi López começou a sua intervenção depois das 9h30. Dedicou as suas primeiras palavras, pronunciadas em euskara, a pedir unidade aos partidos para enfrentar os problemas do futuro, e também para mostrar a sua “alegria” pela exclusão da esquerda abertzale, defendendo que no pleno de hoje “estamos todos os que temos que estar”, numa curiosa interpretação da democracia.

“Alegro-me por não ver aqui ninguém que apoie o terrorismo”, manifestou López, que curiosamente esteve em Guadalajara apoiando os condenados dos GAL. De acordo com ele, o Parlamento surgido do apartheid é “um fiel reflexo da pluralidade da sociedade basca”, que “inclui todos e não marginaliza ninguém”.

Na suas primeiras palavras também disse que o seu “primeiro empenho” será “pôr fim à ETA”, tendo para isso pedido a colaboração de todas as forças parlamentares “sem excepção”, com o propósito de conceber uma “estratégia antiterrorista partilhada por todos os grupos desta Câmara” e lograr a sua “deslegitimação social”. “Podemos fazê-lo e devemos fazê-lo”, enfatizou.

Reforçar o autogoverno
O candidato do PSE, que intercalou breves alocuções em euskara no seu discurso, disse que a sua pretensão é “reforçar a nossa democracia e o nosso autogoverno” e iniciar um tempo “de avanço no projecto de modernização deste país, de aposta clara no seu desenvolvimento, de diálogo social para fazer frente à crise económica, de combate ao terrorismo em todas as frentes e de unidade de todas as forças políticas para consolidar a paz e a liberdade”.

Para isso, pediu “confiança para unir a sociedade basca, para acabar com a confrontação política e institucional e deixar para trás o tempo da divisão e dos blocos enfrentados”, de modo a “colocar as prioridades da política onde estão os problemas e as preocupações reais das pessoas”.
Pediu também confiança “para governar este país e fazer de Euskadi um país melhor, mais moderno e mais forte, na dianteira de Espanha e da União Europeia em desenvolvimento humano e bem-estar, em suma, para liderar um projecto colectivo que nos una a todos”.

Euskara
Em matéria de política linguística, López afirmou que vai derrogar “de imediato” diversos artigos do Curriculum basco que estabelecem o euskara como língua veicular do ensino, o que supõe uma regressão nos direitos do euskara como língua nacional basca.
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Estado Brasileiro torturou e é responsável. STJ reconhece

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"Estado brasileiro é responsável por perseguição política na ditadura, diz STJ"

Não lembro de ter lido em lugar nenhum, em nenhum grande jornal, nada sobre esta notícia, o que é lamentável.

Para Luiz Flávio Gomes, ex-juiz e doutor em direito penal pela Universidade de Madrid, o fato de o segundo mais importante tribunal do país ter declarado —em uma ação cível— que a busca pela dignidade da pessoa humana não prescreveabrirá espaço para a persecução penal dos responsáveis por violações aos direitos humanos durante os anos de chumbo.

“Essa decisão pode e deve ter reflexo no âmbito criminal. O Chile e a Argentina já desconsideraram as leis de anistia de suas ditaduras militares. E o reconhecimento de que esses crimes são imprescritíveis já está consolidado nas instâncias internacionais”, afirma.

Já o professor de direito constitucional da PUC-SP, Pedro Estevam Serrano, considera que, apesar de positiva, a decisão apenas consolida um dispositivo previsto na Constituição. “O Estado é responsável pelos danos causados pelo agente público e é importante assegurar que todas as ações civis são imprescritíveis. Mas essa mesma previsão não existe no direito penal brasileiro”, observa.

Opinião semelhante tem o constitucionalista Oscar Vilhena Vieira, coordenador de mestrado da Faculdade de Direito da Fundação Getúlio Vargas. Vilhena acrescenta que a aplicação do princípio da imprescritibilidade no âmbito penal depende de uma aplicação inédita do direito internacional no país.

“Existem precedentes importantes, como o da Corte Interamericana de Direitos Humanos [que obrigou o Chile a apurar crimes da Ditadura Pinochet], mas para isso seria preciso uma provocação à CIDH ou que o STF desse valor supralegal aos tratados internacionais, o que não está consolidado”, diz Vilhena.

A outra hipótese, segundo o professor, demanda uma reinterpretação ou a revogação completa da Lei de Anisitia. “Para que haja repercussão criminal imediata é necessário que o Supremo invalide a Lei de Anistia desde a sua origem, declarando que ela não foi recepcionada pela Constituição de 1988. Isso faria com que a prescrição passasse a contar a partir de agora”, ressalva.


Cabe agora a revogação da ridícula Lei da Anistia, ou melhor, a lei que permitiu a impunidade de torturadores e assassinos.

“O reconhecimento da dignidade humana é fundamento da liberdade, da justiça e da paz, razão por que a Declaração Universal inaugura seu regramento superior estabelecendo no art. 1.º que ‘todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos’
Lúdico e direto. Não é possível que a Lei da Anistia anistie torturadores, em franco desrespeito às convenções internacionais.
A ação foi movida pelas filhas de um médico eleito duas vezes vereador do município de Rolândia, no interior do Paraná. Em 1964, um ano após sua reeleição, ele foi preso por agentes do Dops e mantido em um quartel do Exército em Londrina.

Depois de solto, passou a sofrer depressão, abandonou manifestações políticas e cedeu ao alcoolismo, que levou a sua desmoralização e morte, em 1984.

E os milicos ainda querem falar que não aconteceu nada na Ditadura, que foi branda, que era boazinha e ajudava o país.... Pois sim!
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Tortura e Genocídio

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Deu hoje no Uol e no JB:

"Investigação confirma que Israel atacou instalações da ONU em Gaza"

e

"Comitê da ONU denuncia centro secreto de interrogatórios israelense"

"Nações Unidas, 5 mai (EFE).- A ONU considerou Israel responsável por sete ataques contra escolas e instalações da entidade durante a ofensiva militar israelense contra a Faixa de Gaza, nos quais o país usou fósforo branco e causou danos superiores a US$ 10 milhões, segundo um relatório de uma comissão do organismo divulgado hoje.

"A comissão considerou que o Governo de Israel é responsável pelos mortos e feridos dentro das instalações das Nações Unidas, assim como pelos danos físicos causados às instalações e propriedades da ONU neste incidente", afirma o documento."

Agora basta esperar o ataque Israelense, será que acusarão a ONU de ser anti-semita, com ofazem com todos os seus críticos, mesmo os Judeus que são anti-Israel?

Durante o Genocídio em Gaza, morreram pelo menos 50 nas instalações da ONU. Três delas, escolas. E uma clínica. Todos alvos legítimos, segundo Israel, que não respeita nada, não respeita a ONU, não respeita a Lei Internacional, não respeita a Convenção de Genebra ou os Direitos Humanos.

Quanto aos motivos para os ataques israelenses contra a indefesa Gaza, basta ver o saldo final.

Palestinos: 1400 mortos (pelo menos 300 crianças), 5 mil feridos

Israelenses: 13 civis feridos.

Realmente, o Hamas e os Palestinos são perigosíssimos!

Durante a análise da situação em Israel, os 10 analistas independentes do Comitê questionaram os representantes israelenses sobre a 'instalação 1391', situada em um local indeterminado de Israel e inacessível ao Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) e aos advogados dos detentos.

O Comitê recebeu queixas de torturas, maus-tratos e condições de detenção deficientes nas instalações e pediu acesso ao CICV para todos os detentos da "instalação 1391".

Segundo as informações recebidas pelo Comitê Antitortura, alguns oficiais israelenses de Segurança submetem os presos palestinos a atos que violam a convenção contra tortura antes, durante e depois dos interrogatórios.

Não faltava mais nada para derrubar a imagem de democracia que inada persiste em Israel.

Primeiro forçaram, junto com os EUA, uma eleição na Palestina, vencida pelo Hamas. Israel não aceitou o resultado, ou seja, não aceitou a decisão soberana dos Palestinos, que elegeram democraticamente o Hamas.

Depois, tentaram proibir os partidos políticos Árabes em Israel e impedir a manifestação política de 20% da população. Numa dmeocracia séria, o parlamento é palco de debates. Em Israel, o Parlamento é só para os amigos genocidas. Felizmente, depois de muita pressão, os Árabes concorreram, com permissão da Superma Corte. Dado o isolamento que é imposto à Israel e ao boicote mundial, pensaram que talvez proibir até a manifestação política seria demais...

Na sequência, o ataque à liberdade de expressão, com a proibição de um grupo que luta contra o alistamento militar obrigatório, como mostrei aqui. A liberdade de expressão, pelo que se vê, não cegou ainda em Israel (mostrei algo sobre o assunto também aqui).

E, agora, finalmente revela-se o Estado terrorista, torturador. Não basta proibir, censurar, perseguir, prender... Agora também existme centros específicos para a tortura de presos Palestinos!

Não é a toa que o Sionismo foi, outrora, considerado Racismo, como mostrei aqui. Ainda o é por muitos!



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domingo, 3 de maio de 2009

Isso é Sionismo

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Notícia que vem junto com a de que o governo de Israel vai destruir as casas de quase 60 mil Palestinos em Jerusalém Oriental.

Os Israelenses não só podem como recebem apoio estatal na construção de assentamentos ilegais em território Palestino, já os Palestinos são acusados de construírem ilegalmente em sua própria parte de Jerusalém....

"An Israeli settler destroyed at least 10 dunums of Palestinian land and damaged at least 140 more when he drove a bulldozer over agricultural land near the town of Al-Khader on Friday."
Via The Angry Arab!
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Isso é Sionismo

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Apenas para conhecimento... Lamentável!

ONG diz que Israel obstrui tratamento médico a palestinos

O serviço secreto israelense obstrui, humilha e retém pacientes palestinos de Gaza que necessitam de tratamento médico em Israel, condicionando às vezes sua saída da faixa ao fornecimento de informação de inteligência, segundo a ONGMédicos pelos Direitos Humanos.

Um relatório da filial israelense dessa organização será apresentado amanhã, com essas informações, à Comissão da ONU contra a Tortura, em Genebra. O testemunho de cerca de 30 pacientes mostra "um crescimento no número de pacientes interrogados", incluindo "menores de idade", e que "a Corte Suprema e o assessor jurídico do Governo israelense cooperam" com estas práticas, diz, em comunicado, Magas Ziv, diretor local da ONG.

A nota afirma que a Shabak, (Agência de Segurança Israelense), exigiu, em janeiro deste ano, que fossem interrogados 17% dos pacientes que pediram para atravessar de Gaza a fim de serem tratados em Israel. No ano passado, essa porcentagem havia sido apenas 1,45% no mesmo período.

O mês de janeiro coincide, porém, com a ofensiva militar israelense em Gaza, que deixou cerca de 1.400 mortos, em resposta a ataques do grupo palestino Hamas, em dezembro.

A organização Médicos pelos Direitos Humanos concluiu, por exemplo, que os agentes da Shabak fotografaram pacientes contra sua vontade, deteveram por períodos desconhecidos e os interrogaram sem notificação prévia, e os incomodaram, insultaram e intimidaram.

"Pacientes que não cooperaram foram devolvidos a Gaza sem receber a permissão de saída para tratamento médico", assinala o comunicado. Entre janeiro de 2008 e março de 2009, pelo menos 438 pacientes foram convocados para interrogatórios à Shabak na passagem de fronteira de Erez, como requisito para estudar suas solicitações de obter as permissões de saída de Gaza para Israel.

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Os Vereadores e Deputados do Rio são Irrelevantes

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Ha menos de um mês comentei, no post "O Senado Irrelevante", sobre, bem, a irrelevância do Senado e das propostas apresentadas pelos Senadores...

Sobre o assunto:

Matérias Irrelevantes: 38%
Matérias com Impacto (Relevantes): 44%
Matérias relacionadas a assuntos da casa (Administrativas): 16%
Requisições a outros órgãos: 3%

Irrelevantes: "Homenagens, sessões solenes, batismos, datas comemorativas e simbologias. No período, o Senado aprovou 2.014 homenagens, das 2.025 propostas."
Hoje, chegou até mim a notícia de que a coisa no Rio é ainda pior. nada menos que 50%, a metade, do que é proposto pelos vereadores da cidade do Rio de Janeiro, é irrelevante.

"Rio: 50% dos projetos de lei são irrelevantes

evantamento feito pelo GLOBO constatou que metade dos 449 projetos de lei apresentados por vereadores e deputados do Rio de Janeiro, nos últimos três meses, é inconstitucional ou sem qualquer importância para os cidadãos.

De acordo com a reportagem, na Câmara dos Vereadores, 57% das 149 propostas se encaixam nesta definição. Na Assembleia Legislativa, o percentual é de 45,6% entre os 300 projetos registrados pelos parlamentares. "

Impressionante, mas, convenhamos, esperado. O rio está entregue. Recentemente os mendigos foram retirados das ruas - para voltarem logo depois - apenas para a vistoria da cidade para as Olimpíadas. Lamentável.

449 projetos em 3 meses, inicialmente poderíamos pensar "que bom, eles estão trabalhando a todo vapor e não só roubando, o roubo fica só pras horas vagas", mas na verdade os incompetentes sequer são capazes de produzir algo válido ou, pior, algo constitucional!

Não existem funcionários, pagos com nosso dinheiro, da ALERJ e da Câmara dos Vereadores, e assessores parlamentares - pagos como nosso dinheiro e com desvios, para verificar este tipo de coisa? Nosso dinheiro vai pro ralo, simplesmente.

No post último comentei e mantenho, apenas mudando o nome dos criminosos, ops, atores:

"No fim das contas não sei se prefiro o Senado funcionando e nos ferrando, roubando e etc ou aprovando a troca de medalhinhas...."
Apenas para finalizar, cada vereador no Rio (são 51), custa 503 mil reais por mês. E cada Deputado custa 567 mil reais por mês.

Simplesmente um absurdo!
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sábado, 2 de maio de 2009

Judeus contra o Genocídio de Israel

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Bom ver iniciativas pró-boicote e anti-Genocídio contra o Estado de Israel vindo de grupos Judeus e de Judeus pelo mundo. Mais que legitima o movimento mundial contra o massacre de Palestinos.


"The second reason boycotts are more effective is the visible role of Jewish human rights advocates, making it harder for Israel to argue that these actions are anti-Semitic. For example, British architect Abe Hayeem, an Iraqi Jew, describes in a passionate column in The Guardian exactly how Leviev tramples on Palestinian rights, and warns Israeli architects involved in settlements that they will be held to account by their international peers. In the United States, Jewish Voice for Peace has led an ongoing campaign to stop Caterpillar from selling bulldozers to Israel, which militarizes them and uses them in home demolitions and building the separation wall."


Via The Angry Arab!
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Correa Vence!

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Apenas um comentário rápido, ou uma comemoração rápida!

"Correa reeleito presidente no primeiro turno com 51,8% dos votos"


Agora é oficial! O Equador vence, a América Latina Vence!
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O caso da Jornalista e Fernando Henrique Cardoso

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Retirado daqui. E isso porque ainda tem jornalista que reclama da possibilidade de liberarem jornalistas sem diploma... Corporativismo?

A jornalista Mirian Dutra, da Rede Globo, retornou do exterior na quarta-feira, (29).
Ainda não se sabe se ela vai contar o porquê do recato e do silêncio nos 14 anos do seu exílio - a maior parte do tempo na Espanha.

Há alguns anos foi realizado no Fórum da Cidade do Rio de Janeiro o seminário 'DEMOCRACIA, IMPRENSA E JUDICIÁRIO' promovido pela Escola de Magistratura do Rio de Janeiro.

Eis um registro:
'O assunto que rendeu mais controvérsia no Seminário foi a forma como a imprensa brasileira era condescendente com o Presidente da República...

A questão entrou em pauta quando um jurista citou como exemplo de Conivência jornalística o romance do presidente Fernando Henrique Cardoso com a jornalista da TV Globo Miriam Dutra.

Muitos advogados presentes ao evento não sabiam do fato e reagiram com surpresa e indignação quando um jornalista afirmou que toda a imprensa brasileira sabe disso.

E naqueles oito anos de governo ninguém tocou no assunto. Muito antes de ser presidente, Fernando Henrique sempre foi um conhecido garanhão da política brasileira. As mulheres sempre ficaram encantadas com o seu charme e sua pose de estadista.

Em Brasília, o escritório de FHC também era utilizado como garçoniére, para usar uma expressão da geração dele.

Era no escritório-garçoniére que o então candidato à presidência da República mantinha encontros com uma de suas amantes, a correspondente da TV Globo em Brasília Miriam Dutra.

Quando FHC cresceu nas pesquisas para presidente, a ambiciosa jornalista, pensando no seu futuro pessoal e profissional aplicou aquele velho golpe que louras oxigenadas costumam dar em pagodeiros e jogadores de futebol.
Deu uma 'chave ' em FHC e engravidou.

A ardilosa jornalista passou a carregar um furo de reportagem em seu próprio ventre. Um filho daquele que seria o próximo presidente da República do Brasil.

Ao saber que a amante estava grávida, Fernando Henrique entrou em pânico.

Afinal, como diria outro Fernando, aquilo era nitroglicerina pura.

FHC tentou convencer a amante a fazer um aborto mas ela riu na cara dele.

A mulher não ia jogar fora o seu pé de meia, sua caderneta de poupança.. Foi aí que entrou em ação a operação abafa.

Como ela era correspondente da Globo, imediatamente foi transferida para a Espanha, com um salário milionário, sem obrigação de fazer nada.

Apenas ficar calada e quietinha, cuidando do filho bastardo do presidente.

Os advogados do seminário DEMOCRACIA, IMPRENSA E JUDICIÁRIO ficaram boquiabertos com a história. Afinal, como a moça é jornalista, toda a imprensa sabe desse caso.

O que surpreende é que nenhum órgão de imprensa publicou nada a respeito. É compreensível que o jornalismo da Globo não tenha tocado no assunto, até porque eles são parte envolvida neste escândalo. Sim, porque isso é um escândalo.

Mas e a VEJA, que adora matérias sensacionalistas?

E a FOLHA DE SÃO PAULO, que coloca o jornalismo acima de tudo?
E a ISTOÉ, que adora publicar matérias escandalosas até sem confirmação?
E a CARAS?
E O DIA?
E o ESTADÃO?
E o JB?
O que teria acontecido com os órgãos de imprensa nesse caso?
Decidiram ser coniventes?
Tiveram medo de noticiar o fato?

Não quiseram tocar no assunto para evitar algum tipo de confronto com a Globo?

Ou simplesmente foram corporativistas.

Preferiram abafar o caso porque isso iria levantar uma questão que é muito cara a ética do jornalismo: a intimidade de profissionais do setor com os donos do poder.

Essas questões incendiaram a discussão sobre DEMOCRACIA, IMPRENSA E JUDICIÁRIO no Fórum do Rio. Nos corredores do fórum e nos bares do centro da cidade os advogados cariocas se dedicaram a fazer as especulações mais inusitadas.

Alguns argumentaram que, o fato da amante e do filho de FHC serem dependentes econômicos do jornalismo da TV Globo, significa que o Presidente a República, durante seus oito anos de mandato foi refém da emissora do Jardim Botânico.

E toda a imprensa brasileira foi conivente com isso. 'Deve ser por isso que o Fernando Henrique foi tão generoso com a Globo, no caso do empréstimo do BNDES', especulou um jovem advogado enquanto afrouxava o laço da
sua elegante gravata Hermes.

um importante jornalista, presente ao evento, ainda soltou essa pérola: 'Nem na época da ditadura militar a TV Globo foi tão favorecida pelo governo quanto na era Fernando Henrique.'

Atualmente a jornalista Miriam Dutra vive na Espanha, com o filho caçula do presidente. Uma funcionária do jornalismo global diz que às vezes ela liga para o Brasil a fim de fazer exigências, tratando a todos como se fossem seus empregados.

'Ela se comporta como se fosse a verdadeira primeira dama!'

Os jovens advogados presentes ao Seminário se sentem traídos pela imprensa por não terem notícias do jovem herdeiro do imperador FHC.

Eles dizem que gostariam de saber como vive o pimpolho agora, que deve ter algo em torno de doze anos.
Será que ele torce pelo Real-Madrid ou pelo Barcelona?

Eles também gostariam de saber também quanto a jornalista Miriam Dutra embolsou com esse golpe.

E qual o saldo de sua conta na Suíça...

Vejamos o que diz Kika Martins a respeito do caso:

'Tomás Dutra Schmidt, filho não assumido de Fernando Henrique Cardoso e Miriam Dutra Schmidt (a Miriam Dutra, ex-repórter do Jornal Nacional em Brasília) Vive hoje com sua mãe e tia em um dos mais caros e sofisticados bairros da Europa, em Barcelona.

Agora se vocês querem saber como isso nunca foi notícia na grande imprensa, leiam Caros Amigos - ano IV número 37 - abril de 2000.

A matéria é assinada por Palmério Dória e outros.
O título é: 'Um fato jornalístico'.

A pergunta é quanto custou este silêncio?

A portaria do Ministério da Fazenda 04/1994, por exemplo, que isenta todos os meios de comunicação 'e sua cadeia produtiva' da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) é só um começo de conversa.

E o Proer da Mídia no final do ano 2000 custou US$3 bilhões ou US$ 6 bilhões, um ajuste de contrato.

Agora bom mesmo é procurar no Siafi o quanto foi efetivamente gasto em propaganda no Orçamento Federal de 1994 a 2002'.

Bom, acho que a conivência está, em parte, explicada.

Mas que custou caro pra todos nós, isso é verdade.

É por essa e por outras que a contribuição provisória (CPMF) foi reajustada no governo FHC: para cobrir isenções providenciais.

Até parece que todos nós, brasileiros e brasileiras, somos pais dessa criança.
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Denúncia do Comitê Popular contra o Muro em Bi'lin. Isso é Sionismo

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The Popular Committee Against the Wall in Bil'in
Deplores the arrest of five leaders of the Popular Committee in Alm’asra
Friday, 1 \ 5 \ 2009

     
The Popular Committee Against the Wall in Bil'in
Deplores the arrest of five leaders of the Popular Committee in Alm’asra they are: Mahmoud Zawahra coordinator of Alm’asra Committee, Mohammed Burjya, a spokesman for the Media Commission, and his brother Hassan, Azmi Alchiokhi, who is president of the Popular Committees in Hebron, Mustafa Faouar. The Committee calls upon the People's human rights organizations to intervene for the release of five leaders, and this is comes within the occupation forces to target the leaders of the popular events to discourage the continuation of events against the construction of the wall and settlements.

For more information, review:
Abdullah Aburahma - Coordinator of the Popular Committee to resist the wall and settlements in Bil'in
0599107069 or 0547258210


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sexta-feira, 1 de maio de 2009

Ocupantes, Usurpadores e Ladrões

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"The report is another indictment, as if one were needed, of the now-defunct Oslo Accords. Just as Oslo lacked adequate mechanisms to enforce Israeli pledges to sharply reduce its occupation of Palestinian land, so too has Israel been allowed to abrogate its commitment to revise interim agreements relating to water systems in the Arab territories it controls. Instead, according to the World Bank report, Israel has aggrandised a growing share of available water supplies while intensifying Palestinian reliance on Mekorot, the Jewish state’s national water carrier. The report states that Israel, without the approval of the Israeli-Palestinian Joint Water Committee (JWC) – a legacy of the Oslo process – draws more than 50 per cent from the aquifers that support both the West Bank and Israel beyond what it is authorised under the accords. Needless to say, Palestinian protests of such violations are routinely ignored, according to the report."

Via The Angry Arab!

Resumindo: Os Israelenses, ilegalmente, roubam mais de 50% da água dos aquíferos que abastecem a Palestina (Cisjordância) e Israel do que é permitido por acordos internacionais (Acordo de Oslo) e os protestos dos Palestino são, como sempre, ignorados.

Não basta roubar a terra, as esperanças e a dignidade. Roubam também a água.
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Resultados das eleições em Aceh (Indonésia)

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Continuando a cobertura das eleições em Aceh (infelizmente não encontrei ainda nada sobre Papua Ocidental), como mostrei aqui, aqui e aqui, o partido nacionalista, Partai Aceh (PA, Partido Aceh), venceu com maioria folgada, conseguindo 33 das 69 cadeiras do Parlamento Regional, com 46.93% dos votos e 1,007,173 milhões de votos (de 2,146,141 eleitores).

The final results, which were announced by the Aceh Independent Election Commission, or KIP, after it finished counting votes from the province’s 23 districts and municipalities, showed the Aceh Party had secured 33 of the 69 seats in the provincial council.

From a total of 2,146,141 valid ballots, the Aceh Party received 1,007,173 votes, or 46.93 percent. Trailing in a distant second was the Democratic Party of President Susilo Bambang Yudhoyono, which had 232,728 votes, or 10.84 percent, followed by Golkar Party with 142,411 votes, or 6.64 percent. The National Mandate Party, or PAN, finished fourth with 93,060 votes, or 3.87 percent, while the Prosperous Justice Party, or PKS, received 81,529 votes, or 3.80 percent.

Resultado final:

Partai Aceh ou PA (Partido Aceh, regional e nacionalista): 46.93% (superando as projeções iniciais de 43%)
Partido Democrático (do primeiro Ministro Susilo Bambang Yudhoyono): 10.84% (abaixo dos 14% esperados)
Partido Golkar (partido de apoio de Suharto): 6.64%
Partido da Justiça e Prosperidade ou PKS (Islâmico): 3.80% (invertendo a maioria que tinha nas prévias em relação ao PAN)
Partido do Mandato Nacional ou PAN (antigo membro da base de Sukarnoputri): 3.87%

While it scored an overwhelming victory, the Aceh Party’s own projections showed it gaining more votes. Aceh Party spokesman Adnan Beuransyah had earlier estimated that his party would clinch 36 seats in the provincial legislative council.

“After the counting was completed, the Aceh Party apparently received fewer votes than other parties in several electoral areas,” Adnan said.

The Democratic Party secured 10 seats in the provincial council, Golkar eight, PAN five, PKS four and the United Development Party, or PPP, three.


Os líderes do Partai Aceh acreditavam que teriam maioria, 36 assentos. Infelizmente não conseguiram a maioria necessária.

PA: 33 cadeiras
Partido Democrático: 10
Golkar: 8
PAN: 5
PKS: 4
PPP: 3

The remaining seats were split between the Aceh Mandate Party, or PDA, another local party, and several national parties.
Somente dois partidos regionais conseguiram lugar na nova Assembléia REgional mas, ao menos, um deles conseguiu a maioria.

Six local parties competed with 37 national parties in the elections in the province, although only two of the local parties managed to get seats in the legislature — the Aceh Party and the Aceh Mandate Party.

The Aceh Party, founded by former GAM guerrillas, secured most of its support in former strongholds of the group, in the north and east of the province.

A member of KIP, Akmal Abzal, said that his commission would hold another plenary meeting before May 17, after the completion of the vote count from Aceh for the House of Representatives in Jakarta by the General Elections Commission, or KPU.

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Genocídio

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Genocídio: "Extermínio deliberado e sistemático de um grupo nacional, racial, político ou cultural."

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Excerpt from the Convention on the Prevention and
Punishment of Genocide
(For full text click here)

"Article II: In the present Convention, genocide means any of the following acts committed with intent to destroy, in whole or in part, a national, ethnical, racial or religious group, as such:

(a) Killing members of the group;

(b) Causing serious bodily or mental harm to members of the group;

(c) Deliberately inflicting on the group conditions of life calculated to bring about its physical destruction in whole or in part;

(d) Imposing measures intended to prevent births within the group;

(e) Forcibly transferring children of the group to another group.

Article III: The following acts shall be punishable:

(a) Genocide;

(b) Conspiracy to commit genocide;

(c) Direct and public incitement to commit genocide;

(d) Attempt to commit genocide;

(e) Complicity in genocide. "

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Apresentação em Power Point, incrível, sobre os 8 estágios do Genocídio, aqui.

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THE INTERNATIONAL CAMPAIGN TO END GENOCIDE

1.5 million Armenians. 3 million Ukrainians. 6 million Jews. 250,000 Gypsies. 6 million Slavs.

25 million Russians. 25 million Chinese. 1 million Ibos. 1.5 million Bengalis. 200,000 Guatemalans. 1.7 million Cambodians. 500,000 Indonesians. 200,000 East Timorese. 250,000 Burundians. 500,000 Ugandans. 2 million Sudanese. 800,000 Rwandans. 2 million North Koreans. 10,000 Kosovars. Genocides and other mass murders killed more people in the twentieth century than all the wars combined.

“Never again” has turned into “Again and again.” Again and again, the response to genocide has been too little and too late.

During the Armenian genocide and the Holocaust, the world’s response was denial. In 1994, while 800,000 Tutsis died in Rwanda, State Department lawyers debated whether it was “genocide”, and the U.N. Security Council withdrew U.N. peacekeeping troops who could have saved hundreds of thousands of lives.

Genocide is the world’s worst intentional human rights problem. But it is different from other problems and requires different solutions. Because genocide is almost always carried out by a country’s own military and police forces, the usual national forces of law and order cannot stop it. International intervention is usually required. But because the world lacks an international rapid response force, and because the United Nations has so far been either paralyzed or unwilling to act, genocide has gone unchecked.

The International Campaign to End Genocide is an international coalition dedicated to creating the international institutions and the political will to end genocide forever.

The International Campaign to End Genocide has four goals:

  1. The provision of public information on the nature of genocide and creation of the political will to prevent and end it.

  1. The creation of an effective early-warning system to alert the world and especially the U.N. Security Council, NATO and other regional alliances to potential ethnic conflict and genocide.

  1. The establishment of a powerful United Nations rapid response force in accordance with Articles 43-47 of the U.N. Charter, as well as regional rapid response forces, and international police ready to be sent to areas where genocide threatens or has begun.

  1. Effective arrest, trial, and punishment of those who commit genocide, including the early and effective functioning of the International Criminal Court, the use of national courts with universal jurisdiction, and the creation of special international tribunals to prosecute perpetrators of genocide.

This Campaign is an international, de-centralized, global effort of many organizations. In addition to its work for institutional reform of the United Nations, it is a coalition that brings pressure upon governments that can act on early warnings of genocide through the U.N. Security Council. The Campaign has its own NGO early warning system and its own websites: www.genocidewatch.org, www.preventgenocide.org. Bypassing the secrecy of government intelligence services, the Campaign has created an early warning network to provide truly confidential communication links that allow relief and health workers, whistle-blowers, and ordinary citizens to create an alternative intelligence network that will warn of ethnic conflict before it turns into genocide.

The International Campaign to End Genocide covers genocide as it is defined in the Genocide Convention: “the intentional destruction, in whole or in part, of a national, ethnical, racial or religious group, as such.” It also covers political mass murder, ethnic cleansing, and other genocide-like crimes against humanity. It will not get bogged down in legal debates during mass killing.

Building the political will for action is the major task. Among the defense mechanisms used to justify non-action is denial of the facts. So the first job in preventing and stopping genocide is getting the facts in clear, indisputable form to policy makers. Most of that job is done by CNN and the news media. But conveying the information is not enough. It must be interpreted so that policy makers understand that genocidal massacres are systematic, or that the portents of genocide are as compelling as warnings of a hurricane. Then options for action must be suggested to those who make policy, and they must be lobbied to take action.

The International Campaign to End Genocide works to create political will through:

1. Consciousness raising -- maintaining close contact with key policy makers in governments of U.N. Security Council members, providing them with information about genocidal situations.

2. Coalition formation --working in coalitions to respond to specific genocidal situations and involving members in campaigns to educate the public and political leaders about solutions.

3. Policy advocacy -- preparing options papers for action to prevent genocide in specific situations, and presenting them to policy makers.

The International Campaign to End Genocide concentrates on predicting, preventing, stopping, and punishing genocide and other forms of mass murder. It brings an analytical understanding of the genocidal process to specific situations. It does not simply study genocide or hold conferences, but attempts to prevent genocide, and build institutions that can end genocide forever.

The International Campaign’s headquarters location near Washington, D.C. permits it to influence U.S. foreign policy, a key to forceful humanitarian intervention when genocide threatens. But it also has key organizational members in the United Kingdom, Belgium, Germany, Israel, and other countries. It is an international effort that will work with governments of U.N. Security Council members to create the political will for United Nations, rather than unilateral intervention.

Current members of the International Campaign to End Genocide include: Genocide Watch, The Leo Kuper Foundation (UK), Physicians for Human Rights (UK), Prevent Genocide International (USA), International Alert, The International Crisis Group, The Genocide Studies Program of Yale University, the Cambodian Genocide Project, Inc., The Institute on the Holocaust and Genocide (Israel), The Committee for Effective International Criminal Law (Germany), the Aegis Trust (UK), the Cooperative Baptist Fellowship Global Mission, The Genocide Prevention Center (USA), Survivors’ Rights International (USA), Prévention Génocides (Belgium), CALDH (Guatemala), INFORCE (UK), The Remembering Rwanda Trust (Canada), Minority Rights Group (UK), and Survival International (UK). Membership is free and welcomed from all groups and individuals that subscribe to the Campaign’s goals.

The International Campaign’s coordinator is Genocide Watch, Post Office Box 809, Washington, D.C. 20044. Telephone: 703-448-0222. FAX: 703-288-5525. e-mail: info@genocidewatch.org website: www.genocidewatch.org
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The 8 Stages of Genocide

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By Gregory H. Stanton, President, Genocide Watch

Classification Symbolization Dehumanization Organization Polarization Preparation Extermination Denial

Genocide is a process that develops in eight stages that are predictable but not inexorable. At each stage, preventive measures can stop it. The process is not linear. Logically, later stages must be preceded by earlier stages. But all stages continue to operate throughout the process.

1. CLASSIFICATION: All cultures have categories to distinguish people into “us and them” by ethnicity, race, religion, or nationality: German and Jew, Hutu and Tutsi. Bipolar societies that lack mixed categories, such as Rwanda and Burundi, are the most likely to have genocide. The main preventive measure at this early stage is to develop universalistic institutions that transcend ethnic or racial divisions, that actively promote tolerance and understanding, and that promote classifications that transcend the divisions. The Catholic church could have played this role in Rwanda, had it not been riven by the same ethnic cleavages as Rwandan society. Promotion of a common language in countries like Tanzania has also promoted transcendent national identity. This search for common ground is vital to early prevention of genocide.

2. SYMBOLIZATION: We give names or other symbols to the classifications. We name people “Jews” or “Gypsies”, or distinguish them by colors or dress; and apply the symbols to members of groups. Classification and symbolization are universally human and do not necessarily result in genocide unless they lead to the next stage, dehumanization. When combined with hatred, symbols may be forced upon unwilling members of pariah groups: the yellow star for Jews under Nazi rule, the blue scarf for people from the Eastern Zone in Khmer Rouge Cambodia. To combat symbolization, hate symbols can be legally forbidden (swastikas) as can hate speech. Group marking like gang clothing or tribal scarring can be outlawed, as well. The problem is that legal limitations will fail if unsupported by popular cultural enforcement. Though Hutu and Tutsi were forbidden words in Burundi until the 1980’s, code-words replaced them. If widely supported, however, denial of symbolization can be powerful, as it was in Bulgaria, where the government refused to supply enough yellow badges and at least eighty percent of Jews did not wear them, depriving the yellow star of its significance as a Nazi symbol for Jews.

3. DEHUMANIZATION: One group denies the humanity of the other group. Members of it are equated with animals, vermin, insects or diseases. Dehumanization overcomes the normal human revulsion against murder. At this stage, hate propaganda in print and on hate radios is used to vilify the victim group. In combating this dehumanization, incitement to genocide should not be confused with protected speech. Genocidal societies lack constitutional protection for countervailing speech, and should be treated differently than democracies. Local and international leaders should condemn the use of hate speech and make it culturally unacceptable. Leaders who incite genocide should be banned from international travel and have their foreign finances frozen. Hate radio stations should be shut down, and hate propaganda banned. Hate crimes and atrocities should be promptly punished.

4. ORGANIZATION: Genocide is always organized, usually by the state, often using militias to provide deniability of state responsibility (the Janjaweed in Darfur.) Sometimes organization is informal (Hindu mobs led by local RSS militants) or decentralized (terrorist groups.) Special army units or militias are often trained and armed. Plans are made for genocidal killings. To combat this stage, membership in these militias should be outlawed. Their leaders should be denied visas for foreign travel. The U.N. should impose arms embargoes on governments and citizens of countries involved in genocidal massacres, and create commissions to investigate violations, as was done in post-genocide Rwanda.

5. POLARIZATION: Extremists drive the groups apart. Hate groups broadcast polarizing propaganda. Laws may forbid intermarriage or social interaction. Extremist terrorism targets moderates, intimidating and silencing the center. Moderates from the perpetrators’ own group are most able to stop genocide, so are the first to be arrested and killed. Prevention may mean security protection for moderate leaders or assistance to human rights groups. Assets of extremists may be seized, and visas for international travel denied to them. Coups d’état by extremists should be opposed by international sanctions.

6. PREPARATION: Victims are identified and separated out because of their ethnic or religious identity. Death lists are drawn up. Members of victim groups are forced to wear identifying symbols. Their property is expropriated. They are often segregated into ghettoes, deported into concentration camps, or confined to a famine-struck region and starved. At this stage, a Genocide Emergency must be declared. If the political will of the great powers, regional alliances, or the U.N. Security Council can be mobilized, armed international intervention should be prepared, or heavy assistance provided to the victim group to prepare for its self-defense. Otherwise, at least humanitarian assistance should be organized by the U.N. and private relief groups for the inevitable tide of refugees to come.

7. EXTERMINATION begins, and quickly becomes the mass killing legally called “genocide.” It is “extermination” to the killers because they do not believe their victims to be fully human. When it is sponsored by the state, the armed forces often work with militias to do the killing. Sometimes the genocide results in revenge killings by groups against each other, creating the downward whirlpool-like cycle of bilateral genocide (as in Burundi). At this stage, only rapid and overwhelming armed intervention can stop genocide. Real safe areas or refugee escape corridors should be established with heavily armed international protection. (An unsafe “safe” area is worse than none at all.) The U.N. Standing High Readiness Brigade, EU Rapid Response Force, or regional forces -- should be authorized to act by the U.N. Security Council if the genocide is small. For larger interventions, a multilateral force authorized by the U.N. should intervene. If the U.N. is paralyzed, regional alliances must act. It is time to recognize that the international responsibility to protect transcends the narrow interests of individual nation states. If strong nations will not provide troops to intervene directly, they should provide the airlift, equipment, and financial means necessary for regional states to intervene.

8. DENIAL is the eighth stage that always follows a genocide. It is among the surest indicators of further genocidal massacres. The perpetrators of genocide dig up the mass graves, burn the bodies, try to cover up the evidence and intimidate the witnesses. They deny that they committed any crimes, and often blame what happened on the victims. They block investigations of the crimes, and continue to govern until driven from power by force, when they flee into exile. There they remain with impunity, like Pol Pot or Idi Amin, unless they are captured and a tribunal is established to try them. The response to denial is punishment by an international tribunal or national courts. There the evidence can be heard, and the perpetrators punished. Tribunals like the Yugoslav or Rwanda Tribunals, or an international tribunal to try the Khmer Rouge in Cambodia, or an International Criminal Court may not deter the worst genocidal killers. But with the political will to arrest and prosecute them, some may be brought to justice.
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Twitter e Pentágono

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"Pentágono usa Twitter e Facebook para recrutar soldados

General afirma que sites facilitam acesso aos jovens entre 18 e 24 anos; Exército recebe dúvidas pela web"

Noticiei há algum tempo, aqui, que o FBI teme pelo uso do Titerr por Terroristas, para preparação de ataques, recrutamento e etc e propõe um controle sobre o serviço. Curiosamente, hoje, vejo que o Pentágono e o Exército estadunidense usam exatamente o Twitter, a ferramenta que deveria ser bloqueada, proibida, censurada e etc, para recrutamento de acéfalos, ops, jovens estadunidenses para suas guerras, golpes de Estado, massacres e genocídios pelo mundo.

O Exército não é o único corpo militar que usa o Facebook ou o Twitter. A Força Aérea também possui perfis nos dois sites de relacionamento e mantém um blog, enquanto que a Infantaria da Marinha usa diversas redes sociais para fins de recrutamento. Os militares "experimentam" vários meios de internet, e alguns de seus comandantes usam o Twitter, afirmou um porta-voz. Até mesmo o comandante da Guarda Costeira atualiza regularmente sua página no Facebook enquanto viaja.

O Exército incluiu ainda em sua página na internet vídeos, um recrutador virtual e respostas para as perguntas mais comuns sobre a vida militar. Ao mostrar os vídeos durante entrevista, o general Freakley indicou que algumas das perguntas recebidas na web foram surpreendentes, como "Posso ter um cachorro no Exército?", "Posso comprar um caminhão do Exército?". Os militares, afirma Freakley, pretendem esclarecer essas perguntas.

Resumindo a obra, se é para recrutar e para servir aos propósitos dos EUA, ok, passa, mas se é para defender a liberdade, ir contra a censura, defender a liberdade de expressão, a neutralidade e liberdade da internet, então é ruim?


Bom saber...






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Protesto Europeu contra o Controle da Internet

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Recebi de um fórum português sobre linguística e assuntos de minorias, vale repassar.

A UE atenta contra a Liberdade da Internet!

VOTAÇÃO NO PARLAMENTO EUROPEU NO DIA 5 DE MAIO DE 2009

Não deixe que o parlamento europeu lhe feche a internet... não haverá volta atrás!

Aja agora!

O acesso à internet não é condicional !

Todos os que têm um site, blog bem como todos aqueles que usam o Google ou o Skype, todos aqueles que gostam de expressar as suas opiniões livremente, investigarem do modo que entendem seja para questões pessoais, profissionais ou académicas, todos os que fazem compras online, fazem amigos online, ouvem música ou vêm videos...

Milhões de europeus dependem da internet quer seja directa ou indirectamente no seu estilo de vida. Tirá-la, limitá-la, restringi-la ou condicioná-la, terá um impacto directo naquilo que fazemos. E se um pequeno negócio depender da internet para sobreviver, torná-la inacessível num período de crise como o que vivemos não pode ser bom.

Pois a internet que conhecemos está em vias de extinção através das novas regras que a União Europeia quer propôr no final de Abril. Segundo estas leis, os provedores de serviço, ou seja as empresas que nos fornecem a internet, PT, Zon, Clix entre muitas outras, vão poder legalmente limitar o número de websites que visitamos, além de nos poderem limitar o uso ou subscrição de quaisquer serviços que queiramos de algum site.

As pessoas passarão a ter uma espécie pacotes de internet parecidos com os da actual televisão. Será publicitada com muitos "novos serviços" mas estes serão exclusivamente controlados pelo fornecedor de internet, e com opções de acesso a sites altamente restringidas.

Isto significa que a internet sera empacotada e a sua capacidade de aceder e colocar conteúdo será severamente restringida. Criará pacotes de acessibilidade na internet, que não se adequam ao uso actual que damos à internet hoje.

A razão é simples...

Hoje a internet permite trocas entre pessoas que não são controladas ou promovidas pelo intermediário (o estado ou uma grande empresa), e esta situação melhora de facto a vida das pessoas mas força as grandes corporações a perderem poder, controle e lucros. E é por isso que estas empresas forçam os políticos "amigos" a agirem perante esta situação.
A desculpa é a pirataria de filmes e música, mas as verdadeiras vítimas seremos todos nós, a democracia e a independência cultural e informativa do cidadão.

Recentemente, vieram com a ideia que a pirataria de vídeos e música promove o terrorismo (http://diario.iol.pt/tecnologia/mapinet-internet-pirataria-terrorismo-crime-tvi24/1058509-4069.html ) para que seja impensável ao cidadão comum não estar de acordo com as novas regras...

Pense no modo como usa a internet! Que significaria caso a sua liberdade de escolha lhe fosse retirada?

Hoje em dia, a internet é sobre a vida e liberdade. É sobre fazer compras online, reservar bilhetes de cinema, férias, aprendermos coisas novas, procurar emprego, acedermos ao nosso banco e fazermos comércio.

Mas é também sobre coisas divertidas como namorar, conversar, convidar amigos, ouvir música, ver humor, ou mesmo ter uma segunda vida.
Ela ajuda-nos a expressarmo-

nos, inovarmos, colaborarmos, partilharmos, ajuda-nos a ter novas ideias e a prosperar... tudo sem a ajuda de intermediários.

Mas com estas novas regras, os fornecedores de internet escolherão onde faremos tudo isso, se é que nos deixarão fazer.
Caso os sites que visitamos, ou que nós criámos não estejam incluídos nesses pacotes oferecidos por estas empresas, ninguém os poderá encontrar.

Se somos donos de um site ou de um blog e não formos ricos ou tivermos amigos poderosos, teremos de fechar.

Só os grandes prevalecerão, com a desculpa de que os pequenos não geram tráfego suficiente para justificar serem incluídos no pacote.
Continuaremos a ter a Amazon, a Fnac ou o site das finanças, mas poucos mais.

Os telefonemas gratuitos pela internet decerto que acabarão ( como já se passa nalguns países da Europa) e os pequenos negócios e grupos de discussão desaparecerão, sobretudo aqueles que mais interessam, os que podem e querem partilhar a sua sabedoria gratuitamente com o mundo.

Se nada fizermos perderemos quase de certeza a nossa liberdade e uso livre da internet.

A proposta no Parlamento Europeu arrisca o nosso futuro porque está prestes a tornar-se lei, uma lei quase impossível de reverter.

Muitas pessoas, incluíndo deputados do Parlamento Europeu que a vão votar positivamente, não fazem a menor ideia do que isto pode querer dizer, nem se apercebem das implicações brutais que estas regras terão na economia, sociedade e liberdade. Estas medidas vêm embrulhadas numa coisa chamada "Pacote das Telecom´s" disfarçando estas leis de algo que apenas é relativo à indústria das telecomunicações.

Mas na verdade, tudo não passa de regras sobre o uso futuro da internet. A liberdade está a ser riscada do mapa.

Nestas leis propostas, estão incluídas regras que obrigam as Telecoms a informaram os cidadãos das condições em que o acesso à internet é fornecido. Parece ser uma coisa boa, em nome da transparência, mas não passa de uma diversão para poderem afirmar que podem limitar o nosso acesso à liberdade na internet, apenas terão é que informar-nos disso.

O futuro da internet está em jogo e precisamos de agir já para o salvar.
Diga ao Parlamento Europeu que não quer que estas alterações sejam votadas.
Lembre-os que as eleições europeias são em Junho e que a internet ainda nos dá alguma liberdade para que possamos observar e julgar os seus actos no Parlamento.
Saiba que não está sozinho(a) nesta luta... Enquanto lê isto, centenas e centenas de outras organizações estão a trabalhar para que esta mensagem chegue a quem de direito. Milhares de pessoas estão também a contactar os seus deputados neste sentido. Ajude-se a si mesmo, colabore e faça o que pode por esta causa...

A internet é tão sua como deles...

Divulgue esta mensagem o mais que possa...

Pode também escrever aos seus deputados...


Estes são os nossos deputados no Parlamento Europeu:

<http://pt.wikipedia.org/wiki/Deputados_de_Portugal_no_Parlamento_Europeu_(2004-2009)> http://pt.wikipedia.org/wiki/Deputados_de_Portugal_no_Parlamento_Europeu_(2004-2009)

ou

<http://www.europarl.europa.eu/members/expert/groupAndCountry/search.do;jsessionid=69ADF04943C000194117E9C7032EEC31.node1?country=PT&language=PT> http://www.europarl.europa.eu/members/expert/groupAndCountry/search.do;jsessionid=69ADF04943C000194117E9C7032EEC31.node1?country=PT&language=PT

Para mais informações sobre a lei:

http://www.laquadrature.net/en/telecoms-package-towards-a-bad-compromise-on-net-discrimination

http://www.laquadrature.net/wiki/Telecoms_Package

http://en.wikipedia.org/wiki/Telecoms_Package

http://www.blackouteurope.eu/

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Rússia se move no Cáucaso

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Propaganda
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Quando a Rússia apoiou as independências de Abkházia e Ossétia do Sul, o "temor" mundial era a de que este apóio Russo às independências das duas repúblicas rebeldes teria, por trás, a intenção de anexá-las quando a poeira baixasse.
Rússia assume controle de fronteiras rebeldes da Geórgia

Abkházia e Ossétia do Sul concedem autonomia ao Exército russo uma semana antes de exercícios da Otan

Aparentemente os temores vem se mostrando mais reais. Além da ajuda imensa já dada às Repúblicas, agora a defesa destas regiões será feita pela Rússia e onde estiverem os Russos nenhuma autoridade Abkházia ou Osseta poderá intervir. Serão enclaves Russos reconhecidos pelas Repúblicas.

Vale lembrar que a independência das regiões foi precipitada pela ação inconsequente de Saakashvili, Premier da Geórgia, que, acreditando ter apoio total da OTAN, invadiu a Ossétia, de maioria Osseta e Russa. Os Russos, obviamente, impuseram sua força, tanto pelo ataquè à sua população, quanto como uma demonstração de força contra OTAN e Geórgia, a quem os Russos consideram um irmão menor que precisa ser "corrigido".

A Rússia reconhece a Abkházia e Ossétia do Sul como independentes. Nas duas regiões serão criados diferentes departamentos de fronteiras russos não subordinados às autoridades locais, que gozarão de total imunidade administrativa e civil e estarão isentos de impostos, segundo as agências russas.

A Rússia reconhece a independência, PORÉM, onde estiverem os russos, o território e russo.

Não será surpresa que, ao fim dos 5 anos de contrato de vigência desta iniciativa, Ossétia do Sul e Abkházia sejam formalmente anexadas à Federação Russa.

A Rússia enfrenta inúmeros protestos internos (Tatarstão, Bashkortostão) e algumas tentativas sangrentas de independência, especialmente no Cáucaso (Chechênia, Ingushétia, Daguestão), seria quase temerário defender, incondicionalmente, a independência de duas Repúblicas autônomas de um país vizinho, ouseja, abrir um precedente.

É exatamente graças ao medo deste precedente que a Transdniestria permanece com a Moldávia (Moldova) apesar das tentativas de separação. O precedente seria perigoso demais para a Rússia.

Claro que a Geórgia precipitou tudo, tornou a situação insustentável mas temos que esperar os próximos movimentos Russos.

Para os russos ter a Ossétia do Norte dentro de suas fronteiras e a Ossétia do Sul, independente, é perigoso. Por sorte os Ossetas não tem, nos ultimos tempos, nenhuma atividade separatista relevante mas ainda assim, o apóio Russo à independência de quem seja, atiça os ânimos de suas dezenas de repúblicas.
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