quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Operação Vingar Assange! Hackers em defesa do WikiLeaks

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Operação Vingar Assange
"A primeira infoguerra séria começou agora.
O campo de batalhas é o WikiLeas.
E vocês são os soldados."
- John Perry Barlow

Julian Assange diviniza tudo que nós consideramos importante. Ele despreza e luta constantemente contra a censura, é possivelmente o troll internacional mais bem sucedido de todos os tempos, e não tem medo de porra nenhuma (nem mesmo do governo dos EUA).

Agora, Julian é o foco principal de uma caçada humana global, tanto no campo físico quanto no virtual. Governos ao redor do mundo estão disputando o prêmio por seu sangue, políticos estão em pé de guerra pelo seu ultimo vazamento, e mesmo seu próprio país o abandonou aos lobos. Online, o WikiLeaks é o foco de massivos ataques DDoS, legislações e extrema prostituição aos incumbentes corruptos que silenciarem este homem.

Portanto, [o grupo] Anonymous (Anônimos) tem a chance de lutar por Julian. Nós temos a chance de lutar contra o futuro opressivo que aparece a nossa frente. Nós temos a chance de lutar na primeira infoguerra jamais disputada.

1. Paypal é o inimigo. Serão planejados [ataques] DDoS, mas no meio tempo, boicotem tudo. Encoragem amigos e família a fazerem o mesmo.

2. Espalhem os documentos já vazados o máximo que puderem. Salvem-os em HD's, os distribua em CD's, espelhe-os em sites e compartilhe-os em torrents. O objetivo final é um DNS humano - algo que só pode ser parado com o desligamento de toda a internet.

3. Vote em Julian na escolha do Homem do Ano da Revista Time. Enquanto isto não ajuda sua causa, irá dar a ele uma necessária exposição pública. (http://tinyurl.com/2wb7ju8)

4. Fale! Twitter, Myspace, Facebook e outras redes sociais são hubs de distribuição de informação. Tenha certeza de que todos que você conhece saibam do que está acontecendo. Se você conseguir convencer todo dia  pelo menos uma pessoa a dizer a outra pessoa, o espalhamento da informação será exponencial.

5. Se você estiver disposto, imprima documentos que sejam relevantes em sua área e os distribua. Coloque-os em paradas de ônibus, estações de trem, postes. Seja criativo e atraia a atenção das pessoas. Usar graffiti para espalhar o site do WikiLeaks também é uma grande idéia.

6. Reclame com seu parlamentar, prefeito ou qualquer outro político que você possa contatar. Peça a ele que comente sobre os vazamentos. Grave cada palavra do que ele disser.

7. Proteste! Organize marchas comunitárias, envie petições, seja ativo. Isto não pode acontecer sem números.

TL;DL (Muito Longo, Não Li):
Proteste.
Informe.
Indague.
Lute.

O futuro da internet está por um fio
Nós somos Anonymous (Anônimos).
Nós não perdoamos; nós não esquecemos.
Nos Espere.
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Também se prepara a Operação Payback, leia mais.
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Update:

Promessa feita é promessa cumprida, os ataques já começaram.

O site da Promotoria da Suécia e do advogado de acusação (promotor) foram atacados por hackers:
A Promotoria da Suécia disse nesta quarta-feira (8) que apresentou denúncia à polícia depois de sofrer um ataque virtual organizado contra sua página na internet nas últimas horas. O ataque manteve a página fora de serviço entre a noite de ontem e a manhã de hoje. O Centro de Investigação de Incidentes Informáticos (Sitic, na sigla em sueco) confirmou que se tratou de uma ação organizada desde vários países. Acredita-se que este ataque seja parte de uma iniciativa coordenada em defesa do WikiLeaks. A página na internet de Claes Borgstrom, advogado de defesa das duas jovens suecas que acusam o fundador da WikiLeaks, Julian Assange, de crimes sexuais também sofreu ataques hoje.
E também o site da MasterCard:

Após suspender o serviço que permitia a transferência de doações para o grupo WikiLeaks, a administradora de cartões de crédito Mastercard teve seu site atacado por hackers e parcialmente paralisado, segundo o jornal britânico "Guardian". Pelo menos até o fim da manhã desta quarta-feira, a página da empresa continuava fora do ar ou com acesso lento. A Mastercard ainda não havia se pronunciado sobre o caso.
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E o PayPal admitiu ter suspendido os pagamentos ao WikiLeaks não por qualquer suposta infração de termos ou ilegalidade, mas por pressão dos EUA:

PayPal today admitted it suspended payments to WikiLeaks after an intervention from the US State Department.
The site's vice-president of platform, Osama Bedier, told an internet conference the site had decided to freeze WikiLeaks's account on 4 December after government representatives said it was engaged in illegal activity.
"State Dept told us these were illegal activities. It was straightforward," he told the LeWeb conference in Paris, adding: "We ... comply with regulations around the world, making sure that we protect our brand."
PayPal is the first major corporation to admit that its decision to suspend dealings with WikiLeaks was a result of US government pressure.
Tradução:
O PayPal, hoje, admitiu ter suspendido os pagamentos ao WikiLeaks depois de uma intervenção por parte do Departamento de Estado dos EUA.
O vice-presidente de plataforma do site, Osama Bedier, disse em uma conferência na internet que o site tinha decidido congelar  a conta do WikiLeaks em 4 de dezembro, depois de representantes do governo alertarem que [o WikiLeaks] estava envolvido em atividade ilegal.
"O Departamento de Estado nos disse que eram atividades ilegais. [O Dep. de Estado] Foi direto", ele disse na conferência LeWeb em Paris, acrescentando: "Nós... cumprimos com os regulamentos em todo o mundo, certificando-nos que proteger a nossa marca". O PayPal é a primeira grande corporação a admitir que sua decisão de suspender seus negócios com o WikiLeais foi resultado de pressão por parte do governo dos EUA.
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Site da Visa também atacado e fora do ar! A Operação Payback é um sucesso! Twitter também na mira!
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