sexta-feira, 3 de junho de 2011

Blog do Tsavkko sai de férias!

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Meu caros e caras leitor@s, a partir de amanhã o blog do Tsavkko sai de férias e suspende suas postagens até o começo de julho!

Tirarei umas merecidas férias - do blog, do mestrado, de São Paulo - depois de pouco mais de dois anos de postagens quase diárias, com apenas algumas pausas ao longo do período!

Não se preocupem, eu volto em julho!=)

E não esqueçam de, no meio tempo, votar no blog no TopBlog! Aos que assinam o blog nos feeds, só esperar minha volta, aos que não assinam, os convido a assinar ou a ficar de olho que logo voltarei!

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quinta-feira, 2 de junho de 2011

A mudança na Síria contraria interesse dos EUA e Israel?

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Bashar al Assad, ditador da Síria (que para a mídia, mesmo a contra-gosto, era "presidente" há algumas semanas), começou a usar o discurso padrão de ditadores de que é vítima de uma conspiração internacional para tentar derrubá-lo. Em pouco tempo começará a, como Khadafi, acusar a Al Qaeda ou grupos islâmicos radicais. Por enquanto, se contenta em acusar Israel que, apesar de efetivamente não simpatizar com Assad, só teria a perder com sua deposição.

Como os demais países Árabes, a Síria é uma colcha de retalhos de tribos e religiões. Mas as semelhanças mais notáveis são com o Líbano, que vive num equilíbrio tenso entre suas mais de 14 comunidades religiosas diferentes.

Assad pertence à minoria Alauíta - que para muitos muçulmanos sequer poderia ser considerada islâmica -, que se aproxima mais dos Xiitas que da maioria sunita de quase 75% do país. Existem ainda minorias cristãs e Druzas e uma relevante população curda na fronteira nordeste, que é constantemente vítima de massacres.
Os Alauítas, que não passam de 10% da população, governam a Síria há 40 anos, o que enfurece a ampla maioria sunita, excluída dos principais postos e cargos, mas considerar esta revolta como religiosa seria um erro - assim como a revolta no Bahrein, por exemplo, em que os xiitas são a maioria e são oprimidos pela minoria sunita.

Os protestos na Síria vem do descontentamento de importante parcela da sociedade com sua virtual exclusão, quadro que se repete por toda a região. Mas qual a relação disto tudo com Israel?
É fato que, em geral, as revoluções que vem ocorrendo pelo Oriente Médio (com sucesso na Tunísia e no Egito) preocupam Israel, pois caem governos que lhes são favoráveis - ou ao menos neutros - e abre-se a possibilidade de governos menos dispostos a tolerar o massacre de Palestinos e os desmandos do país, que se considera dono ou tutor da região.

Mas, ao contrário do que pode parecer óbvio, a deposição de Assad, que é reconhecido inimigo de Israel, parte do Eixo do Mal dos EUA e suposto financiador do Hezbollah, seria péssima para Israel e para os EUA.

Mas porque?

Por uma questão de conhecer os limites de seu inimigo. Por saber até onde este vai e, no fim, saber que a Síria já deixou de lado muito de seu radicalismo de outrora - por exemplo, há muito que não se fala das colinas de Golã - e, hoje, está mais aberta ao diálogo, apesar de todas as suspeitas.

Os sunitas - prováveis sucessores dos alauítas de Assad - poderiam não só se mostrar opositores mais radicais de Israel, como também poderiam promover um banho de sangue contra o grupo que antes controlava o país, os alauítas - não que este último importe à Israel ou aos EUA.

O equilíbrio étnico na Síria é um fator de preocupação, pois o país, assim como o Líbano, possui sgnificativas minorias Druzas e Cristãs, além de  um grande contingente de Curdos e até mesmo populações originárias do Cáucaso Russo.

É preciso ter em mente o ditado Sírio-Libanês, de que "quando a Síria espirra, o Líbano fica resfriado", ou seja, uma crise na síria poderia ter reflexos significativos no vizinho Líbano.Um desequilíbrio na síria poderia se alastrar pela região e propiciar a tomada de poder de grupos mais radicais que os atuais e menos dispostos a aceitar ordens vindas do exterior.

Se as revoltas em curso nos países árabes já não agradam a Israel, o desequilíbrio de vizinhos imediatos envoltos em conflitos sectários desagrada ainda mais. A incerteza do fim de tais conflitos põe me risco a segurança de Israel e pode ser um fator de desestabilização até maior do que Egito ou Tunísia, ou mesmo a Líbia. Um conflito pelas colinas de Golã ou a pressão sobre a considerável fronteira entre Israel e Síria poderia ter reflexos maiores que a abertura da passagem de Raffah, que liga o Egito à Gaza.

Vizinho do Iraque, a Síria já conta com um largo número de refugiados, especialmente cristãos, da longa ocupação dos EUA no país vizinho. Não se sabe que papel esta comunidade em diáspora poderia ter em um conflito interno Sírio, para onde iriam ou que lado apoiariam. Na fronteira sul, a Jordânia já se encontra a beira de uma crise, com milhares de jovens exigindo mais direitos, além de líderes tribais demonstrando insatisfação com a forma pela qual a monarquia lida com a numerosa população palestina.

Os curdos na síria são um problema à parte, não se sabe qual seria a atitude desta população concentrada na fronteira com a Turquia frente à queda do governo Alauíta, que há décadas os massacra e sequer permite que boa parte de sua grande comunidade tenha acesso à direitos básicos enquanto mesmo a cidadania síria é negada à eles. Um governo sunita, mesmo que árabe, poderia impulsionar o nacionalismo curdo do lado turco da fronteira, como forma de desestabilizar o vizinho maior.

Para os EUA, uma mudança de regime significa trocar o certo pelo incerto. Trocar um governo que, ainda que inimigo, respeita certos limites e costuma tomar medidas dentro de um padrão já conhecido.

A desestabilização de um país como a Síria, com possível repercussão regional, seria nefasto para os EUA, que já vem há muito tentando impor alguma ordem na região e se opôs até o último minuto às mudanças de regime na Tunísia e no Egito.

Mas, obviamente, o discurso esconde os reais interesses. Obama vem há tempos discursando em defesa da liberdade e da democracia (dentro de suas condições, obviamente), mascarando os interesses reais na Síria e nos países vizinhos afetados por revoltas.

Em se tratando de estratégia básica, uma mudança no regime sírio poderia complicar ainda mais a vida dos EUA na região, a não ser que o país tenha a promessa de lideranças locais de que irão se comportar e buscar ser menos conflituosos que o antecessor, caso este caia.

Por enquanto são apenas conjecturas e discursos, de um Obama tentando angariar apoio e simpatia e melhorar sua popularidade, tentando fazer com que suas ações sejam pelo menos remotamente coerentes com seus discursos (e vice-versa).

Artigo publicado originalmente na Brasil de Fato, online.
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Bildu 313,231 x Espanha 0 e o protesto dos "indignados"

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Trigésima-sexta coluna para o portal anticapitalista Diário Liberdade, "Defenderei a casa do meu pai".

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Este é o número de votos que a coalizão nacionalista Bildu conseguiu nas eleições de 22 de maio, perfazendo mais de 22% do eleitorado e se tornando de forma incontestável a segunda força política no país basco e não muito atrás da primeira força, o PNV.

Mesmo assim, Bildu conseguiu o maior numero de eleitos em todo o país basco, chegando ao ponto de ficar em primeiro na eleição da região de Guipuzkoa e em sua capital, Donostia (San Sebastian).

Um feito e tanto para o grupo político que vinha sofrendo constantes processos de ilegalização desde 2003, com o banimento do Batasuna.

[...]


Os Indignados

O sistema político-eleitora espanhol não privilegia os dois principais partidos apenas na contagem dos votos, mas também beneficia o PPSOE com a abstenção e o voto em branco. Os "indignados", ao não votar ou protestar desperdiçando o voto apenas contribuíram para a grande vitória "Popular", ou seja, Franquista.

Não digo que os indignados "fizeram o jogo da direita", isto seria um absurdo, mas a falta de uma plataforma coerente e da busca por opções contra a ascensão do PP contribuíram para a apatia geral em torno do pleito. De fato o PP pouco evoluiu em termos de votos, mas o PSOE teve uma retração gigantesca.

Não diria jamais que os protestos não tenham seu valor, mas unicamente acampar e reclamar da realidade, especialmente durante as eleições, não resolve ou resolverá absolutamente nada. Fingindo que política eleitoral não tem relação alguma com suas vidas apenas contribui para a vitória da pior opção. Como sempre digo, o mais triste para quem diz não gostar de política é que este é governado por quem gosta, ou ao menos por quem entende dela e se vale da apatia para crescer.

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Artigo COMPLETO no Diário Liberdade.

"Nire aitaren etxea
defendituko dut"
...
"Defenderei
a casa de meu pai"
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quarta-feira, 1 de junho de 2011

O Coitadismo Inconsequente do PT e os "recuos estratégicos"

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Há uma coisa que me incomoda profundamente, um comportamento de vários petistas mais radicais (fanáticos?)...

TUDO é anti-Dilma, tudo tem a intenção de derrubar o governo ou, finalmente, tudo é PIG.

Toda crítica que se faça à Dilma, respondem que é coisa do PIG. Nenhuma crítica é legítima. Ou melhor, só as críticas desta casta iluminada é aceita, o problema é que eles não criticam.

Conheço uma penca de gays petistas que estão revoltados. Muitos não-petistas que apoiaram Dilma que estão revoltados. E não tem nada a ver com o PIG. Dilma disse com todas as letras que SEQUER viu os vídeos ou o material do Kit anti-homofobia. No máximo deu uma olhada no que a mídia veiculou - onde pairam suspeitas de que sequer eram os vídeos corretos - e no que Garotinho e cia mostraram a parlamentares. Eram vídeos falsos. O que esperar de Marginais da Fé?
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correção da @Maria_Fro: "os vídeos eram do MS p/ o público travesti e @jeanwyllys_real avisou a assessoria da presidência."
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E baseado NISSO, em mentiras, ela suspende? Código Florestal, Ana de Hollanda, Política Externa, uma comissão da Verdade que vai virando lenda, uma Reforma Agrária abandonada, cortes no orçamento, nenhuma preocupação com a qualidade do ensino, com a melhoria das bolsas de mestrado e doutorado, com o ensino básico...

O que foi feito em TODAS estas áreas?

Antes a resposta fosse “nada”. O problema é que foram recuos vergonhosos.

PT e governo aprovam código florestal criminoso e tem quem me diga que o PIG é que levou o mundo a se revoltar? E que PIG é esse, se TODOS os ruralistas e partidos de direita apoiaram o código?

Tá na hora de começar a responder as críticas com coragem, com propostas e com a verdade ao invés de tentar jogar TUDO nas costas do PIG.

Esse coitadismo que os petistas assumem sempre que cai uma bomba é irritante. A Reforma Agrária não é nem algo mais falado pelo governo, desistiram. O Código Florestal foi o golpe de misericórdia (Rifar os gays, o "plus-a-mais").

Se o governo chegará ao ponto de criminalizar o MST (trair, já traiu) eu não sei, espero que não, mas não duvidaria.

E, fato, o PIG está doido pra derrubar a Dilma, como tentou contra o Lula e, convenhamos, a Dilma está fazendo por onde. Ao colocar Palocci na Casa Civil ela praticamente escancarou seu "mensalão", seu ponto fraco.

E não, não quero que Dilma caia, apenas que governe para o povo e não para os marginais da fé e para os ruralistas, que cumpra AO MENOS o programa que foi eleita para levar a frente.

Ana de Hollanda, Patriota, Jobim... Só pode ser piada.

Quando chegam com o discurso de "você não entende o jogo político" eu me pergunto, qual? Se o PT foi eleito pra fazer o MESMO jogo que PSDB/DEM e o PMDB (onipresente)  jogaram por 8 anos de FHC (e podemos começar a contar mesmo antes de FHC, desde Sarney!) então pra que elegemos um partido popular e dos trabalhadores? Pra fazer o mesmo? Pra ficar refém cordial das mesmas oligarquias, pra preferir se apoiar não nos movimentos sociais, mas em fanáticos, em ruralista, em criminosos?

Já começaram com o papo de que não houve traição no caso da suspensão do Kit Anti-Homofobia, foi um “recuo estratégico”.

É, ouvi o mesmo papo com a Reforma Agrária, era só um recuo momentâneo, estratégico do Lula..Aí passam 8 anos e nada acontece, vem campanha e nem uma linha sobre o tema, vão 5 meses de Dilma e vem o Código Florestal... E o "recuo" virou uma traição.

Aí continua o papo de "vamos apoiar" ao invés de "vamos PRESSIONAR" e fica esse chapa-branquismo frente a um governo que recua, trai, faz merda sobre merda e fica por isso mesmo.

"Realidade política", conjuntura e outros blablablas não mudam a realidade. A séria.

Só sei de uma coisa, TODO crime de caráter homofóbico, daqui pra frente, entra na conta do governo. Enquanto a postura do governo e de militantes for a de "foda-se os gays, eles não tem força política", TODO crime, morte, violência ou menor xingamento de caráter homofóbico será diretamente culpa de vocês, do governo, do PT e de todos que acham que "perderam a batalha, mas não a guerra".

Mas, acredito que pouco se importem, a consciência ficou perdida já em algum ponto do caminho, talvez junto com a Reforma Agrária, abandonada pelo Lula há anos.

Vocês (chapa-brancas, soldados disciplinados, fanáticos acríticos) são os responsáveis, a partir da declaração infeliz de Dilma de que não vai fazer "propaganda" de "opção sexual", pela violência homofóbica patrocinada pelos marginais da fé neste país.

O maior inimigo (ou os maiores inimigos) do governo são os próprio petistas, que não criticam. Ficam com medo de "fazer o jogo da direita", mas fazem exatamente isto. O governo caminha pra direita e tudo que se limitam a fazer é "apoiar".

E, pra piorar, existem os petistas que esquecem da lua de mel de Dilma com a mídia - enquanto a esquerda criticava seu governo e seus recuos, e mesmo a lua de mel em si - e acusam a esquerda de usar argumentos do PIG. Nada mais risível. O PIG ataca o Palocci SABENDO que este é o maior amigo do capital. A esquerda ataca Palocci por ele ser exatamente amigo do capital. É uma questão de ética, de ser de esquerda.

Agora pergunto, frente a tantas declarações - eternas? - de que "não é o momento de se criticar, mas de apoiar", levando em conta que este foi o discurso ao longo de 8 anos de governo Lula (havia uma herança maldita e blablabla), QUANDO poderemos criticar? em 1 ano, em 10 ou em um século?

Quero uma data.
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Recomendo a leitura:


Podem me prender, podem me bater, podem até deixar-me sem comer que eu não mudo de opinião, do Bidê Brasil
Sobre o governo Dilma, sua defesa cega e os retrocessos que ainda suportaremos, do Pimenta com Limão

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Cheguei a perguntar, no twitter, quais teriam sido as realizações de Dilma até o momento, apenas para tentar entender "o outro lado". Que decepção!
 Eis que surge a resposta - a única que tinha algum argumento, pois outros se limitaram a dizer que "5 meses é pouco" ou que "tem muitas", mas sem apontar nenhuma.
 Rede Cegonha... Ok, interessante, aponto apenas para um artigo da Conceição Lemes no Vi o Mundo, que ainda não virou PIG, que desde o título dá o tom: Rede Feminista de Saúde alerta: A Rede Cegonha é retrocesso de 30 anos. Dispensa comentários.


sobre programa de combate e prevenção ao câncer de mama e colo de útero e distribuição de remédios, disfarçam a precariedade do SUS. Ao invés de investir universalmente no SUS, em um sistema que efetivamente funcionasse (mas que iria desagradar a muitos poderosos e talvez mexesse no sagrado superávit que tanto agrada ao Deus Mercado), paliativos.
Pronatec, discutível. Se insere na lógica perversa do nacional-desenvolvimentismo do governo, keynesianismo sem data para terminar, o que é um problema imenso! Produção de mão de obra qualificada para as obras de infra-estrutura do governo, ou melhor, para Belo Monte, Transposição e PAC em geral. Nenhuma intenção além.
Resposta que veio das minhas discordâncias, como colocadas acima. ao invés de contra-argumentos, ataques pessoais.
Serra provavelmente seria pior, mas Dilma está tentando chegar lá, infelizmente. Os retrocessos são terríveis.

Sim, claro, não nego o fato. A crítica se centra, porém, na falta de coragem de avançar. De paliativos o mundo - e o Brasil - está cheio! O Bolsa Família, aliás, é o mais notável dos paliativos, assim como o ProUni.

Bons projetos, vieram no momento certo, mas são insuficientes, deficientes. O Bolsa Família não vislumbra a superação desta situação, a isto vem a falta de reajuste decente no salário mínimo, para os que podem sair do ciclo do Bolsa Família. Já o ProUni leva muita gente à universidade, mas não exige qualquer contrapartida em termos de qualidade por parte da universidade e a falta de investimento do governo na educação básica não é sanada. Nem preciso comentar da total falta de incentivo ao mestrado e doutorado, com bolsas de fome.
Eu estaria pronto a mudar de posição SE e apenas SE Dilma estivesse disposta a emplacar um PNBL 100% estatal, enquadrando as teles, reformasse completamente o SUS de acordo com os interesses dos movimentos sociais - e não dos empresários ou do mercado -, fizesse a reforma agrária ou começasse seriamente a desenhar as linhas mestras, abrisse TODOS os arquivos da Ditadura e criasse uma Comissão da Verdade séria, que auditasse a dívida pública, mantivesse os Kit Anti-Homofobia nas escolas...

Ou seja, peço APENAS para que Dilma aplique aquilo que o PT defendeu durante toda sua história.
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