terça-feira, 1 de outubro de 2013

Violência se combate com rosas? Não, com violência.

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O Brasil nunca terá jeito enquanto o movimento social continuar apanhando sem reagir.

Sem radicalizar a resistência não adianta ficar gritando pra apanhar depois e ir lamber feridas pra apanhar novamente em nova ocasião.

E movimentos sociais devem parar de chorar, de se fazer de coitados e ir à luta. Não às ruas pra apanhar, não ao parlamento pra implorar direitos que deveriam ser dados sem sequer precisar pedir - são direitos, oras -, mas ir pra porrada, com as armas que tem, com sua maioria, com sua capacidade de mobilização, de penetração em todas as áreas.

A tática Black Block ainda e incipiente, isolada, mais quebra-quebra que algo sistemático. Precisa sistematizar, organizar.  É preciso que a PM sinta na pele a reação popular. Que sinta medo, que aprenda quem manda. A PM tem que apanhar caso bata nos nossos.

Políticos como Paes, Cabral, a corja do PTMDB inteira tem que ter MEDO de sair de casa, tem que ser perseguidos nas ruas pelo movimento social. Sem trégua.

Violência se combate não com rosas e sangue (nosso), mas com igual violência popular e política.

Ao invés de quebrar lixeira, tem que quebrar carro da PM, aliás, quebrar os PMs.

PM jogou bomba? Molotov pra cima dos bandidos. Tem que ter reação violenta na mesma medida.

Político bandido do PTMDB saiu pra defender brutalidade da PM? Cerca o cara e faz ele sentir na pele o que a PM faz com o povo. Vê se ele aprende.

PM sorrindo ao espancar o povo? Que no dia seguinte ele seja alvo de uma emboscada. O poder tem que ter MEDO do povo. Pois, no fim, o poder pertence (tem que pertencer) ao povo.

Estou incitando a violência? Sim. Estou. Violência política contra quem usa do Estado para nos violentar. Notem, violência enquanto autodefesa e resposta à brutalidade previamente recebida, historicamente recebida.

O mundo pode estar sensibilizado com os vídeos dos nossos companheiros sangrando, espancados, presos, feridos... Mas os "nossos" políticos não se sensibilizam. Mandam a PM fazer o trabalho para o qual foi treinada: Reprimir o povo.

Pois temos de reagir. Temos de enfrentar violência com violência. Se o "povo unido é povo forte", então o povo unido e forte tem que ir à luta, em todos os sentidos desta palavra.

A chave é o medo. é preciso fazer com que os políticos temam o povo. Temam sequer sair às ruas. Um político como Paes, Cabral, Dilma não podem ter a liberdade de andar sorridentes pelas ruas ao lado de suas vítimas, de vítimas de suas políticas repressivas. O povo, nas ruas, tem que perseguir estes elementos, tem que fazê-los sentir o que é ter o medo diário que todos nós temos de caminhar nas ruas, podendo ser vítimas da brutalidade do Estado.

Óbvio que não falo em ir pro campo aberto, não temos armas como a PM, não temos a organização nem a capacidade deles. Mas temos nossos métodos, temos a possibilidade de adotar táticas de guerrilha urbana, de cercar, de ir atrás, de fazê-los temer chegar ao campo aberto, pois sabemos onde moram, onde vão e o que fazem.

Sem uma resposta violenta seremos sempre violentados.

Subestimo a PM? Talvez. De fato nós não temos capacidade para combatê-la em campo aberto, mas PMs tem vizinhos. Vizinhos estes que muitas vezes são também suas vítimas. PM's tem que andar pela rua seja trabalhando ou na folga. Nada pode os proteger todo o tempo.

A partir do momento em que estes PMs violentam seus vizinhos, nada garante que possam se proteger da reação que vem de todos os lados e, no fim, do lado de casa. E o mesmo vale para os políticos.

A PM e os políticos devem nos temer e não o contrário.
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Não, não estou falando em ~matar~ policiais ou políticos. E sim, este recado foi para a corja governista que hoje ama a PM e a usa para espancar o povo.
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Atualização: Revi algumas ideias, aclarei outras e retomei algumas neste outro post.
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